A individualidade das pessoas não mostra que existe diferença no poder de executar um projeto. O desenvolvimento das habilidades sim faz essa diferença se tornar latente. Todos tem em si uma capacidade construtora que pode leva-los ao extremo da superação, mas os sins e nãos da vida molda essa capacidade e a personalidade pode sim influenciar. Toda uma gama de convenções recebida pelo indivíduo durante sua formação irá determinar a sua forma de reagir, medos, ansiedades, complexos, auto compaixão,... inúmeros formatos molda a mente do indivíduo tornando ele ágil ou freando suas realizações lançando-o a profundidades de uma vida abaixo da média no que diz respeito a realização.
As forças negativas se instala na mente depois que ela nasce, ou antes mesmo quando começa a receber informações da vida e isso vai moldar a capacidade gerenciadora que transforma situações diante dos desafios. Alguns conseguem viver uma vida produtiva acima da média outros vivem abaixo da linha da sociabilidade básica por não conseguir interagir no meio que vive.
Aí vem a pergunta, onde está as diferenças? Seria o destino, a sorte ou outro fator externo que traz as diferenças entre as pessoas de sucesso e as pessoas que vivem o fracasso? A resposta está mais perto que pensamos. Está dentro de cada pessoa, todos a principio tem o poder de desenvolvimento dentro de si e isso se dá pelas informações que recebemos. O poder de realização é desenvolvido pelo mundo externo através dos 5 sentidos, olfato, audição, paladar e visão. O mundo externo da as informações mas é dentro de nós que elas se codificam formando a capacidade gerenciadora da pessoa. Esse desenvolvimento tem seu ápice até a adolescencia e depois disso se estabiliza e após os 30 anos começa a baixar o nivel por comodismo tão somente e por que as pessoas não se aplicam a mudanças. Pois a formação do poder gerenciador pode ser desenvolvido em qualquer fase da vida. Existe uma capacidade de regenerar no intelecto e para isso precisa de atitudes em decidir reciclar e reaprender a lidar com os novos desafios.
Somos uma máquina feita para superar desafios, 97% da mente é inconsciente e o restante é consciente e isso se torna o desafio, pois conhecer o desconhecido da medo e reconhecer o poder que temos tira de nós a possibilidade de culpar outros pelas nossas decepções. Precisamos de um culpado para nossos fracasso, mas desconhecemos o poder de superar e transformar o mundo externo. Não precisamos viver as experiência e opiniões do mundo externo, existe uma força em mim que pode mudar tudo e para isso precisamos desenvolver a capacidade analítica do consciente na busca de estratégias que inove a forma de agir. Mudanças são bem vindas quando elas começam dentro de nós e assim poderá dar a força que precisamos. Não dependemos da aprovação do mundo para agir como vencedores, não importa a opinião dos outros se o que faço é para o bem e se acredito no que estou fazendo baseado em analises e um bom plano de ação.
O desafio é trocar informações antigas por novas e ao invés de ter como base de ação as opiniões do mundo externo, é acreditar nas métricas gerada pelo auto conhecimento e concentrar em convercer a mim mesmo que posso mudar as coisas. Acreditar no inconsciente é o desafio, porque não o conhecemos, mas o desenvolvimento pessoal empodera o nosso eu a grandes realizações.

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